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O Prosador

“Pensamento azuis” podemos dizer que é uma espécie de prosa/poema e é o segundo livro editado pelo Poeta. Na “Comédia Gaúcha”, em seus cinco tomos, o poeta tantas vezes presente na imprensa na condição de articulista, agora confere desmedido empenho formal à narrativa de humor, sabendo que o “humor é coisa séria”.

Porém o grande passo enquanto prosador está em seu livro “Um Cronista Inesperado”. A obra foi considerada pela crítica especializada: “Uma Obra Prima do memorialismo”.

Três obras fundamentais:

Sabores de uma Grande História

A história da culinária gaúcha com enfoque nas contribuições das etnias que formam a identidade riograndense.

A gula é um pecado que os deuses não só perdoam como também aplaudem.

Retratos da Terra

A multiplicidade cultural do planeta em que vivemos. Fotos de Airton Ortiz, texto de Luiz Coronel.​

Palmas para o Teatro

Breve relato documental sobre a história do teatro ocidental destinado à inauguração do Teatro Bourbon Bradesco – São Paulo 2009.

O teatro desata
os nós
do ridículo
ao atroz.

O teatro despe
os dogmas
e tira as comendas
dos mitos.

Levanta os tapetes
e expõe
os conflitos.

Fortuna Crítica

O Cavalo Verde
“Difícil é escolher o talento para destacar. Neste caso, é o de ‘raconteur’, com a rara habilidade de contar escrevendo da mesma forma como conta falando, com a mesma graça e a mesma sensibilidade”

Luis Fernando Veríssimo

Um Cronista Inesperado
“Este livro é um mergulho silencioso do tempo. Ouso afirmar que Luiz Coronel produziu uma obra-prima do memorialismo”

Sergius Gonzaga

Assis Brasil, Moacyr Scliar, Luis Fernando Veríssimo e Luiz Coronel no Museu do Sapato, em Novo Hamburgo